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	<title>Fernando de Freitas Leitão Torres &#187; premios</title>
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	<description>Livros, Artes e tudo que é essencial</description>
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		<title>Antônio de Beatriz Bracher</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 21:17:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Freitas Leitão Torres</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cristovão Tezza foi aclamado e uma injustiça foi feita. Em qualquer outro ano, qualquer um que seja, o Livro &#8220;Antônio&#8221; de Beatriz Bracher, seria o papão de prêmios. Se não ganhasse um dos muitos prêmios literários, um colunista aqui e outro ali escreveriam artigos com numero limitado de caracteres para a Folha de S. Paulo ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-137" style="border: 1px solid black; margin: 5px;" title="3214359" src="http://novasvisoes.com.br/fernandotorres/wp-content/uploads/2008/12/3214359.jpg" alt="3214359" width="300" height="520" />Cristovão Tezza foi aclamado e uma injustiça foi feita. Em qualquer outro ano, qualquer um que seja, o Livro &#8220;Antônio&#8221; de Beatriz Bracher, seria o papão de prêmios. Se não ganhasse um dos muitos prêmios literários, um colunista aqui e outro ali escreveriam artigos com numero limitado de caracteres para a Folha de S. Paulo ou para o Estado de S. Paulo para lamentar a injustiça. Blogs afora teriam denunciado esquemas entre as editoras grandes para impedir que um livro de uma editora pequena (não dá para dizer que a 34 é grande) ganhasse todos os prêmios. O Fato é eue &#8220;Antônio&#8221; é o melhor livro escrito nos últimos anos depois de &#8220;Filho Eterno&#8221;.</p>
<p>&#8220;Antônio&#8221; guarda uma semelhaça estrutura com &#8220;Relato de um certo Oriente&#8221; de Milton Hatoum. Muito embora eu acredite que seja mais bem sucedido que o livro de 1989.  Um dos temas princpais do livro é a ausência, por começar pelo título, Antônio é o filho de Benjamin, que está por vir, Benjamin é um personagem sem voz, a ele é dirigido os relatos que compõe o livro. A ausência ainda é mais forte pois os relatos contam histórias sobre o pai, a mãe e o avô de Benjamin, que estão todos mortos. O retrato da Família é marcada pela ausência, quase não sabemos dos personagens que relatam as histórias e de seus figurantes.</p>
<p>O livro tem a qualidade de explorar, sempre na ausência, a história de toda uma família e suas questões. No momento em que o livro é narrado, os segredos já não têm mais importância, ou se têm, parecem estar ser considerados inofensivos. Mas é angustiante presenciar cada uma daquelas histórias, reveladas aos poucos e complementarmente, sobre uma sociedade decadente e humanizada.</p>
<p>O livro soa como se todos nós estivessemos alí, e a histórias só ressaltassem nossa impotência, como a de Benjamin, de receber, sem vóz e permanentemente ausente a loucura, os enganos, os preconceitos e tudo mais que está marcado.</p>
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		<title>Cristovão Tezza e os prêmios</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 20:58:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Freitas Leitão Torres</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Sérgio Rodrigues publicou um post intitulado &#8220;Por que Tezza ganhou o Portugal Telecom&#8220;, e se referiu a todos os prêmios que este livro garfou. Concordo com ele, isso é uma coisa boa e o cenário da literatura nacional está mudando. Não é à toa que &#8220;Filho Eterno&#8221; (Ed. Record) de Tezza Ganhou o Prêmio. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/files/2008/10/tezza.jpg"><img class="alignleft" title="Tezza" src="http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/files/2008/10/tezza.jpg" alt="" width="219" height="326" /></a>O Sérgio Rodrigues publicou um post intitulado &#8220;<a href="http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2008/10/30/por-que-tezza-ganhou-o-portugal-telecom/#comment-267511" target="_blank">Por que Tezza ganhou o Portugal Telecom</a>&#8220;, e se referiu a todos os prêmios que este livro garfou. Concordo com ele, isso é uma coisa boa e o cenário da literatura nacional está mudando.</p>
<p>Não é à toa que &#8220;Filho Eterno&#8221; (Ed. Record) de Tezza Ganhou o Prêmio. Não por coincidência &#8220;Antônio&#8221; (Ed. 34) de Beatriz Bracher rondou segundos e terceiro lugares nos prêmios. O motivo é o mesmo quando falamos do intermitente autor Milton Hatoum (todos pela Ed. Cia. das Letras), que garfou três Jabutis e um Portugal Telecom.  O que eles têm em comum? o Sérgio Rodigues diz que são os Pinos ou seja:</p>
<p>&#8220;<em>&#8216;O filho eterno&#8217; (Record) foi, disparado, o livro brasileiro lançado em 2007 que equilibrou com maior sucesso os pinos malabares freqüentemente antagônicos da legibilidade (aquilo que ganha o público) e do rigor estético (aquilo que ganha a crítica); da alta voltagem emocional (que atrai leitores) e do trabalho maduro de linguagem (que atrai elogios).</em>&#8221;</p>
<p>Eu concordo. Mas acho importante ressaltar que representa uma ruptura na literatura brasileira. Os antigos escritores se foram em sua maioria, e os novos davam valor, em geral para um só desses &#8220;Pinos&#8221;, escolhendo uma entre as três primeiras e quase sempre deixando a última de lado.</p>
<p>A &#8220;Geração 90&#8243;, duramente criticada, parece ter sido deixada para trás. Muita gente boa fez parte dela, não vou negar. Mas nenhum foi tão completo.</p>
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