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	<title>Fernando de Freitas Leitão Torres &#187; Livros Clássicos</title>
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	<description>Livros, Artes e tudo que é essencial</description>
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		<title>Madame Bovary e a Crise Norte Americana</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Nov 2008 00:18:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Freitas Leitão Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros Clássicos]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha Crítica]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu entendo pouco, ou quase nada, de economia. Mas toda a situação me remete ao Romance Madame Bovary de Gustave Flaubert (Trad. Fulvia Moretto Editora Nova Alexandria). A crise americana se agravou por que, até onde eu entendo, os bancos concederam mais créditos do que o valor real dos imóveis hipotecados pelos cidadão, ainda, as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu entendo pouco, ou quase nada, de economia. Mas toda a situação me remete ao Romance <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=2196515&amp;sid=1811662481093083433537881&amp;k5=147BD17A&amp;uid=" target="_blank">Madame Bovary</a> de Gustave Flaubert (Trad. Fulvia Moretto <a href="http://www.novaalexandria.com.br/home.php" target="_blank">Editora Nova Alexandria</a>). A crise americana se agravou por que, até onde eu entendo, os bancos concederam mais créditos do que o valor real dos imóveis hipotecados pelos cidadão, ainda, as pessoas hipotecaram suas casas sem precisar do dinheiro, gastando em consumo e aquecendo o mercado de forma também irreal. Quando a bolha estourou, o mundo entrou em desespero.</p>
<p>A história de Emma é um pouco essa, faz dívidas desnecessárias para comprar coisas desnecessárias. O Romance continua atual, é, ainda, um retrato de nossas fraquezas, de que nos rendemos ao ter e ao parecer, à prazeres etéreos, irresponsavelmente tentamos copiar as revistas e seus personagens (quem não duvida que todos que aparecem na Caras não são Personagens de sí mesmos?). Será que não aprendemos nada nos últimos 150 anos?</p>
<p>Os vícios e anseios de Emma são os mesmos que impregnam a chamada &#8220;sociedade de consumo&#8221;, mudaram, porém, seus incentivadores (que por sinal se tornaram mais eficientes e poderosos). Em muitos aspectos, parece claro que têm se dado muita atenção aos casos extraconjugais de Emma e de seus devaneios provincianos, mas pouco tem se falado no retrato que Flaubert fez de um padrão de comportamento em administração financeira pessoal que perdura. O finaciamento do consumo, e  o seu descontrole, fizeram a tragédia de Emma e, conseqüentemente, de Charles. O autor não previu, apenas, que o agiota poderia ter dimensionado mal os bens de Charles e ter investido na relação muito mais do que podia receber. O autor não previu, porém, que este agiota teria emprestado dinheiro a centenas de mulheres de médicos, convencido todos amigos a fazer o mesmo e todos teriam dimensionado mal as garantias. Ou seriam os bancos a Madame?</p>
<p>Leia o livro, reflita e, se possível, seja feliz.</p>
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