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	<title>Fernando de Freitas Leitão Torres &#187; Literatura espanhola</title>
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	<description>Livros, Artes e tudo que é essencial</description>
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		<title>Algumas Preferências</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 00:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Freitas Leitão Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários soltos]]></category>
		<category><![CDATA[Questionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Autores modernos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura espanhola]]></category>
		<category><![CDATA[literatura Italiana]]></category>
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		<description><![CDATA[Meus parcos leitores desse blog já devem ter percebido que tenho certas preferências. Tenho como referências autores diversos, um pouco fora de um canône estabelecido pelas escolas francesas e inglesas. Sou especialmente afeito à leitura da literatura nacional produzida de um século para cá (com honrosas exceções a alguns autores realistas como Machado), literatura hipano-americana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meus parcos leitores desse blog já devem ter percebido que tenho certas preferências. Tenho como referências autores diversos, um pouco fora de um canône estabelecido pelas escolas francesas e inglesas.</p>
<p>Sou especialmente afeito à leitura da literatura nacional produzida de um século para cá (com honrosas exceções a alguns autores realistas como Machado), literatura hipano-americana e italiana. Na realidade eu acredito que existe uma aproximação de identidade entre os autores essencialmente latinos (principalmente os ibéricos e italianos), e um distanciamento, em muitos aspectos, da produção artística dos padrões academicistas universitários.</p>
<p>Dessa forma, não é raro por aqui, nem nunca será, a referência de Elio Vittorini, Italo Calvino, Svevo, Ungaretti, Pirandelo (do lado da Itália) e Quim Monzò, Daniel Alarcon, Gabriel Marcia Marques, entre outros que fazem parte desse universo em que nos refletimos e deformamos.</p>
<p>Ainda, tenho uma fixação com os realistas russos, Tchechov e Tolstoi não marcos fundamentais para a literatura moderna, dois autores, que como Machado, foram gênios na que marcaram presença na periferia do capitalismo (que me pedoe Roberto Schuwarz pela citação acidental).</p>
<p>De forma alguma isso tudo caracteriza um preconceito com o canône tradicional que tem eixos profundos na Inglaterra, França e Alemanha, países cuja elite intelectual dita os padrões ciêntificos das áreas humanas, mas uma preferência e de certo uma provocação.</p>
<p>A citação de autores que fazem parte de algum &#8220;clube&#8221;, ou seja, de escolas literárias que estiveram e estão ainda em evidência, beira à piada interna. Se tornou quase tão vazio como a citação de uma letra de um auutor de música pop.</p>
<p>A referência perdeu sua sutileza. Me parece que elas servem mais para segregar do que para unir. A boa referência, na literatura, não é aquela que remete diretamente a um texto conhecido por todos. Na realidade essa é a má referência, pois é Clichê. Na realidade a boa referência é aquela que permeia, que quando a encontramos (no sentido do referenciado ao referente ou o contrario) ela nos estimula a estabelecer paralelos profondos de sentido. Complementamos um texto com o outro, realizamos o distanciamento parafrástico de um autoa a outro, a identidade perfeita de recontar estórias.</p>
<p>Prefira, reconte, trace paralemos, e mais importante: Seja Feliz, pois o importante é a vida, e ela é um sopro.</p>
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