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	<title>Fernando de Freitas Leitão Torres &#187; Cuba</title>
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	<description>Livros, Artes e tudo que é essencial</description>
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		<title>Existirá uma nova Literatura Cubana?</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Nov 2008 22:37:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Freitas Leitão Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Questionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[barack obama]]></category>
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		<description><![CDATA[Nas livrarias é comum encontrarmos em destaque livros cujo tema é o Oriente Médio. Isso se dá pela fascinação de se entender tudo aquilo que não é a cultura Eurocentrista (e sua pausterização Norteamericana). O distante e pitoresco sempre encontrou seu espaço no mundo literário.
A Literatura do Leste Europeu como um todo se consagrou durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_72" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><a href="http://novasvisoes.com.br/fernandotorres/wp-content/uploads/2008/11/cuba.jpg"><img class="size-full wp-image-72" title="Fachada Cubana" src="http://novasvisoes.com.br/fernandotorres/wp-content/uploads/2008/11/cuba.jpg" alt="foto de Fernando de Freitas Leitão Torres" width="400" height="265" /></a><p class="wp-caption-text">foto de Fernando de Freitas Leitão Torres</p></div>
<p>Nas livrarias é comum encontrarmos em destaque livros cujo tema é o Oriente Médio. Isso se dá pela fascinação de se entender tudo aquilo que não é a cultura Eurocentrista (e sua pausterização Norteamericana). O distante e pitoresco sempre encontrou seu espaço no mundo literário.</p>
<p>A Literatura do Leste Europeu como um todo se consagrou durante os últimos cento e cinqüenta anos. Os Russos, Tchecos e muitos outros fizeram a imaginação do círculo literário europeu.</p>
<p>Ernest Hemmingway, viajou pelo pitoresco e trouxe tudo diretamente aos círculos em um tempo que Africa e Cuba eram lugares inimagináveis. O Autor americano iniciou uma fascinação pela África e América Latina. De certa forma a América Hipânica galgou seu lugar no panteão da história da Literatura.</p>
<p>Cuba, casa de Hemmingway, tinha Lezama Lima (durante muitos anos censurado em sua Ilha) como referência pré-revolucionária. Após a revolução fortaleceu a literatura de resistência, com autores como Reinaldo Arenas. Mas depois da geração de escritores exilados de arenas, que nasceram antes da Revolução, não educados pelo regime castrista, nada mais surgiu.</p>
<p>Agora, o regime de Castro parece estar se desfazendo. Barack Obama já deu indicativos de abrandar o (criminoso) bloqueio comercial que se impõe à ilha desde a década de 60. Alguns indicativos já foram dados que dentro deste povo educadíssimo, porém com pouquissima liberdade de leitura e de produção literária, está produzindo uma literatura de resistência que, eventualmente, surgem em blogs.</p>
<p>Talvez, nos próximos dez anos, teremos algo como &#8220;O Livreiro de Havana&#8221;, &#8220;A Menina que roubava charutos&#8221; ou eu outros títulos semelhantes ao que hoje se referem ao Afeganistão, Paquistão, Irã e outras nações que despertam o fascínio do dos círculos Euro Ocidentais e outros mais Pausterizados.</p>
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