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	<title>Fernando de Freitas Leitão Torres &#187; Crítica</title>
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	<description>Livros, Artes e tudo que é essencial</description>
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		<title>Cristovão Tezza e os prêmios</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 20:58:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Freitas Leitão Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenha Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Beatriz Bracher]]></category>
		<category><![CDATA[cristovão Tezza]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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		<description><![CDATA[O Sérgio Rodrigues publicou um post intitulado &#8220;Por que Tezza ganhou o Portugal Telecom&#8220;, e se referiu a todos os prêmios que este livro garfou. Concordo com ele, isso é uma coisa boa e o cenário da literatura nacional está mudando.
Não é à toa que &#8220;Filho Eterno&#8221; (Ed. Record) de Tezza Ganhou o Prêmio. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/files/2008/10/tezza.jpg"><img class="alignleft" title="Tezza" src="http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/files/2008/10/tezza.jpg" alt="" width="219" height="326" /></a>O Sérgio Rodrigues publicou um post intitulado &#8220;<a href="http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2008/10/30/por-que-tezza-ganhou-o-portugal-telecom/#comment-267511" target="_blank">Por que Tezza ganhou o Portugal Telecom</a>&#8220;, e se referiu a todos os prêmios que este livro garfou. Concordo com ele, isso é uma coisa boa e o cenário da literatura nacional está mudando.</p>
<p>Não é à toa que &#8220;Filho Eterno&#8221; (Ed. Record) de Tezza Ganhou o Prêmio. Não por coincidência &#8220;Antônio&#8221; (Ed. 34) de Beatriz Bracher rondou segundos e terceiro lugares nos prêmios. O motivo é o mesmo quando falamos do intermitente autor Milton Hatoum (todos pela Ed. Cia. das Letras), que garfou três Jabutis e um Portugal Telecom.  O que eles têm em comum? o Sérgio Rodigues diz que são os Pinos ou seja:</p>
<p>&#8220;<em>&#8216;O filho eterno&#8217; (Record) foi, disparado, o livro brasileiro lançado em 2007 que equilibrou com maior sucesso os pinos malabares freqüentemente antagônicos da legibilidade (aquilo que ganha o público) e do rigor estético (aquilo que ganha a crítica); da alta voltagem emocional (que atrai leitores) e do trabalho maduro de linguagem (que atrai elogios).</em>&#8221;</p>
<p>Eu concordo. Mas acho importante ressaltar que representa uma ruptura na literatura brasileira. Os antigos escritores se foram em sua maioria, e os novos davam valor, em geral para um só desses &#8220;Pinos&#8221;, escolhendo uma entre as três primeiras e quase sempre deixando a última de lado.</p>
<p>A &#8220;Geração 90&#8243;, duramente criticada, parece ter sido deixada para trás. Muita gente boa fez parte dela, não vou negar. Mas nenhum foi tão completo.</p>
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