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	<title>Comments on: SOBRE GRAMÁTICOS E REVISORES  por Rubem Alves</title>
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	<description>Livros, Artes e tudo que é essencial</description>
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		<title>By: Monique Sena</title>
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		<dc:creator>Monique Sena</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 21:41:51 +0000</pubDate>
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		<description>Dizer que o revisor não gosta de ser revisor e que ele queria mesmo era ser escritor é, além de arrogância, falta de conhecimento dos procedimentos envolvidos na publicação de qualquer texto.

Claro que a visão (estereotipada) da figura do revisor não é nem um pouco simpática: sujeito obsessivo em modificar o trabalho dos autores, por mais criativo que seja, num texto padronizado pelas regras dos dicionários e das gramáticas. 
Esse retrato, que pinta o revisor com as tintas que um autor geralmente escolhe, não corresponde à realidade – ou pelo menos não deveria. O verdadeiro revisor não é aquele que sabe de cor as regras gramaticais; ele não é um técnico, que impõe locuções gramaticalmente corretas e substitui maquinalmente neologismos por palavras consagradas pelo dicionário. A atividade do revisor vai muito além de um mero jogo de palavras e se prende ao conteúdo do texto: é a coerência do pensamento e a eficácia da informação que guiam o trabalho do revisor profissional. 

Quer dizer, aqui vale fazer uma distinção entre dois tipos de texto, que possuem funções diferentes e, portanto, demandam atitudes diferentes por parte do revisor: o texto como obra de arte e o texto como ferramenta de comunicação. O texto informativo é mais aberto às intervenções do revisor e, uma vez que a eficácia da informação é o objetivo principal, todos os procedimentos devem ser tomados para suprir uma possível deficiência estilística do autor em comunicar de forma profícua. 

No texto que possui uma função poética, o trabalho do revisor é mais sutil deve ser feito com mais cuidado pois as palavras potencializam significados e qualquer mal-interpretação por parte do revisor pode resultar na deturpação das intenções do autor. 

É uma pena que o livro de Rubem Alves não tenha encontrado um bom revisor pelo caminho – um que adivinhasse as suas intenções ao intercalar “história” e “estória” – mas isso não justifica que a importância do revisor seja diminuída. Há bons e maus revisores. Há bons maus autores.

O que deve ser evitada é a rixa e a intolerância que há entre revisor e autor; rixa esta que não é de hoje, mas que carece de sentido, uma vez que quem perde com isso é o leitor. Infelizmente, devido à atual organização do mercado editorial, um diálogo entre os dois não é uma atividade recorrente. Porém, a partir do momento que revisor e autor trabalharem juntos e aceitarem humildemente as intervenções um do outro, o refinamento do texto só tende a aumentar e é este o objetivo de ambos: fornecer textos de qualidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dizer que o revisor não gosta de ser revisor e que ele queria mesmo era ser escritor é, além de arrogância, falta de conhecimento dos procedimentos envolvidos na publicação de qualquer texto.</p>
<p>Claro que a visão (estereotipada) da figura do revisor não é nem um pouco simpática: sujeito obsessivo em modificar o trabalho dos autores, por mais criativo que seja, num texto padronizado pelas regras dos dicionários e das gramáticas.<br />
Esse retrato, que pinta o revisor com as tintas que um autor geralmente escolhe, não corresponde à realidade – ou pelo menos não deveria. O verdadeiro revisor não é aquele que sabe de cor as regras gramaticais; ele não é um técnico, que impõe locuções gramaticalmente corretas e substitui maquinalmente neologismos por palavras consagradas pelo dicionário. A atividade do revisor vai muito além de um mero jogo de palavras e se prende ao conteúdo do texto: é a coerência do pensamento e a eficácia da informação que guiam o trabalho do revisor profissional. </p>
<p>Quer dizer, aqui vale fazer uma distinção entre dois tipos de texto, que possuem funções diferentes e, portanto, demandam atitudes diferentes por parte do revisor: o texto como obra de arte e o texto como ferramenta de comunicação. O texto informativo é mais aberto às intervenções do revisor e, uma vez que a eficácia da informação é o objetivo principal, todos os procedimentos devem ser tomados para suprir uma possível deficiência estilística do autor em comunicar de forma profícua. </p>
<p>No texto que possui uma função poética, o trabalho do revisor é mais sutil deve ser feito com mais cuidado pois as palavras potencializam significados e qualquer mal-interpretação por parte do revisor pode resultar na deturpação das intenções do autor. </p>
<p>É uma pena que o livro de Rubem Alves não tenha encontrado um bom revisor pelo caminho – um que adivinhasse as suas intenções ao intercalar “história” e “estória” – mas isso não justifica que a importância do revisor seja diminuída. Há bons e maus revisores. Há bons maus autores.</p>
<p>O que deve ser evitada é a rixa e a intolerância que há entre revisor e autor; rixa esta que não é de hoje, mas que carece de sentido, uma vez que quem perde com isso é o leitor. Infelizmente, devido à atual organização do mercado editorial, um diálogo entre os dois não é uma atividade recorrente. Porém, a partir do momento que revisor e autor trabalharem juntos e aceitarem humildemente as intervenções um do outro, o refinamento do texto só tende a aumentar e é este o objetivo de ambos: fornecer textos de qualidade.</p>
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		<title>By: Zico Paez</title>
		<link>http://novasvisoes.com.br/fernandotorres/2009/01/sobre-gramaticos-e-revisores-rubem-alves/comment-page-1/#comment-119</link>
		<dc:creator>Zico Paez</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 21:44:57 +0000</pubDate>
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		<description>Flavio Mota, Ran kei, ou melhor, assino embaixo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Flavio Mota, Ran kei, ou melhor, assino embaixo&#8230;</p>
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		<title>By: Flávio Mota</title>
		<link>http://novasvisoes.com.br/fernandotorres/2009/01/sobre-gramaticos-e-revisores-rubem-alves/comment-page-1/#comment-118</link>
		<dc:creator>Flávio Mota</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 21:38:51 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Wanderly,

Está implícito no vocativo usado no desabafo, à guisa de comentário, que fiz: essa “deliciosa discussão” tem como público-alvo os prezados amantes da língua. Sem a mínima pretensão de desafiar a capacidade de compreensão pelos leitores incautos, desver, naquele contexto, é deixar de marcar, intencionalmente, algum desvio da norma padrão. É um verbo tão inventado quanto “desanotar”, que, explique-se em tempo, quer dizer “deixar de pôr o visto”, com autolicença poética e autoria registrada pelo dr. Word. Digamos que, se eu não quisesse mais usar esse afrontoso verbo _ cunhado nalgum recôndito baú de influências neológicas, para sugerir possível falta de atenção por parte de algum revisor cansado _, eu o descriaria, desinventá-lo-ia, como queiram (mas “sem aspas”, como quero). Pano para novas mangas. Lenha para acalorar o clima. Entendo que quem se atreve a escritor pode muito bem cooperar com o leitor comum, que tem dificuldade de construir sentidos. Certamente, quem lê só “até onde a vista alcança” quedaria contente, como o censor que se vangloria de descuidar de descortinar horizontes novos. Essa “coisa” de querer falar difícil, hermetismos fora de propósito... Revisor invejoso que sou. Aliás, um grande e cabotino escrevinhador! Fica o dito pelo desvisto (ou desanotado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Wanderly,</p>
<p>Está implícito no vocativo usado no desabafo, à guisa de comentário, que fiz: essa “deliciosa discussão” tem como público-alvo os prezados amantes da língua. Sem a mínima pretensão de desafiar a capacidade de compreensão pelos leitores incautos, desver, naquele contexto, é deixar de marcar, intencionalmente, algum desvio da norma padrão. É um verbo tão inventado quanto “desanotar”, que, explique-se em tempo, quer dizer “deixar de pôr o visto”, com autolicença poética e autoria registrada pelo dr. Word. Digamos que, se eu não quisesse mais usar esse afrontoso verbo _ cunhado nalgum recôndito baú de influências neológicas, para sugerir possível falta de atenção por parte de algum revisor cansado _, eu o descriaria, desinventá-lo-ia, como queiram (mas “sem aspas”, como quero). Pano para novas mangas. Lenha para acalorar o clima. Entendo que quem se atreve a escritor pode muito bem cooperar com o leitor comum, que tem dificuldade de construir sentidos. Certamente, quem lê só “até onde a vista alcança” quedaria contente, como o censor que se vangloria de descuidar de descortinar horizontes novos. Essa “coisa” de querer falar difícil, hermetismos fora de propósito&#8230; Revisor invejoso que sou. Aliás, um grande e cabotino escrevinhador! Fica o dito pelo desvisto (ou desanotado.</p>
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		<title>By: Wanderly</title>
		<link>http://novasvisoes.com.br/fernandotorres/2009/01/sobre-gramaticos-e-revisores-rubem-alves/comment-page-1/#comment-113</link>
		<dc:creator>Wanderly</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 00:16:33 +0000</pubDate>
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		<description>Desculpem-me,estou me referindo ao texto anterior...Flavio Mota??</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpem-me,estou me referindo ao texto anterior&#8230;Flavio Mota??</p>
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		<title>By: Wanderly</title>
		<link>http://novasvisoes.com.br/fernandotorres/2009/01/sobre-gramaticos-e-revisores-rubem-alves/comment-page-1/#comment-112</link>
		<dc:creator>Wanderly</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 00:14:56 +0000</pubDate>
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		<description>Só para entrar no clima dessa deliciosa discussão : desvê é o quê ?   

 verbo desver? 

 Não entendi. E gostaria!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só para entrar no clima dessa deliciosa discussão : desvê é o quê ?   </p>
<p> verbo desver? </p>
<p> Não entendi. E gostaria!</p>
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		<title>By: Flávio Mota</title>
		<link>http://novasvisoes.com.br/fernandotorres/2009/01/sobre-gramaticos-e-revisores-rubem-alves/comment-page-1/#comment-107</link>
		<dc:creator>Flávio Mota</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2009 12:44:53 +0000</pubDate>
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		<description>Prezados amantes da língua,

A realidade tem mostrado a autores, revisores, artistas, artesãos, pedreiros e jogadores de futebol profissionais (desculpem-me os não-citados) que o tempo ruge cada vez mais alto nesta Indú$tria de Desejo$ Ilimitado$ (manter caixa alta e baixa).  
	
Todos, ainda amadores ou perdidos amantes daquilo que fazem, sentem, no bolso ou no estômago, (deixar a locução entre vírgulas) a necessidade de matar leões “brincando de trabalhar” (aspas intencionais), já que não sobra tempo para nada mais sério. 

Pressão das editoras, pressa dos autores, prisão nos escritórios, pilotos automáticos, emoção express, mestres-de-muitas-obras... e casas caindo, gols perdidos, técnicos despedidos, “muitos erros passando” (sic), vírgulas apartando nobres sujeitos de seus virtuosos predicados e, fatalmente, egos feridos. A torcida não perdoa!

Estando ou sendo revisor, saiba-se que ninguém, lendo por dez horas ou mais, rotineiramente, desvê erros ou desvenda incoerências, desanota desvios ou inventa incongruências, sejam lá que erratas forem, a bel-prazer ou púrpura (bold) maldade com o autor.

Somos uma legião de bem-intencionados! Mas há quem diga que de bem-intencionados o “mercado” está cheio!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados amantes da língua,</p>
<p>A realidade tem mostrado a autores, revisores, artistas, artesãos, pedreiros e jogadores de futebol profissionais (desculpem-me os não-citados) que o tempo ruge cada vez mais alto nesta Indú$tria de Desejo$ Ilimitado$ (manter caixa alta e baixa).  </p>
<p>Todos, ainda amadores ou perdidos amantes daquilo que fazem, sentem, no bolso ou no estômago, (deixar a locução entre vírgulas) a necessidade de matar leões “brincando de trabalhar” (aspas intencionais), já que não sobra tempo para nada mais sério. </p>
<p>Pressão das editoras, pressa dos autores, prisão nos escritórios, pilotos automáticos, emoção express, mestres-de-muitas-obras&#8230; e casas caindo, gols perdidos, técnicos despedidos, “muitos erros passando” (sic), vírgulas apartando nobres sujeitos de seus virtuosos predicados e, fatalmente, egos feridos. A torcida não perdoa!</p>
<p>Estando ou sendo revisor, saiba-se que ninguém, lendo por dez horas ou mais, rotineiramente, desvê erros ou desvenda incoerências, desanota desvios ou inventa incongruências, sejam lá que erratas forem, a bel-prazer ou púrpura (bold) maldade com o autor.</p>
<p>Somos uma legião de bem-intencionados! Mas há quem diga que de bem-intencionados o “mercado” está cheio!</p>
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	<item>
		<title>By: ademilson franchini</title>
		<link>http://novasvisoes.com.br/fernandotorres/2009/01/sobre-gramaticos-e-revisores-rubem-alves/comment-page-1/#comment-102</link>
		<dc:creator>ademilson franchini</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 13:46:18 +0000</pubDate>
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		<description>Muito prazer, sr. Boppë(ou será sra?, não consegui descobrir ainda se você é homem ou mulher). Sou um dos autores do Gilgamesh e, naturalmente respeito o fato de você não ter gostado da nossa forma de narrar. Cada qual com seu gosto. Agora, no que tange a erros gramaticais, acho que deveria ser mais tolerante com eles, já que você próprio (a) comete um ao proclamar o erro inexistente na palavra &quot;herói&quot;, que continua com acento, como advertiu a Monica. Viu como são as coisas? CORRIGIU, ERRANDO. Realmente, seu site está muito mal-humorado(Com ou sem hífen? Francamente, Boppë amigo(a),estou me lixando pra isso.)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito prazer, sr. Boppë(ou será sra?, não consegui descobrir ainda se você é homem ou mulher). Sou um dos autores do Gilgamesh e, naturalmente respeito o fato de você não ter gostado da nossa forma de narrar. Cada qual com seu gosto. Agora, no que tange a erros gramaticais, acho que deveria ser mais tolerante com eles, já que você próprio (a) comete um ao proclamar o erro inexistente na palavra &#8220;herói&#8221;, que continua com acento, como advertiu a Monica. Viu como são as coisas? CORRIGIU, ERRANDO. Realmente, seu site está muito mal-humorado(Com ou sem hífen? Francamente, Boppë amigo(a),estou me lixando pra isso.)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Daniel Ferro</title>
		<link>http://novasvisoes.com.br/fernandotorres/2009/01/sobre-gramaticos-e-revisores-rubem-alves/comment-page-1/#comment-94</link>
		<dc:creator>Daniel Ferro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 00:26:30 +0000</pubDate>
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		<description>Boa discussão!

Estava eu a procura de algo a respeito de revisores, que caminhos percorreram até que pudessem canetar uma obra e me deparei com o debate. Pessoalmente, creio de alma limpa que há sempre bons e maus profissionais, sejam eles revisores ou escritores. Isso não é novidade.
A despeito do fato deles se complementarem - o que não se nega - tomar base pela excessão parece loucura: Saramago hoje escreve como quer e virou estilo. Qualquer outro que tentar, não será bem visto. E nada como uma boa revisão para ajudar. 
Mas acima de tudo, nada como uma ótima idéia e o dom de ser bem contada por um escritor singular.

Abraço a todos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa discussão!</p>
<p>Estava eu a procura de algo a respeito de revisores, que caminhos percorreram até que pudessem canetar uma obra e me deparei com o debate. Pessoalmente, creio de alma limpa que há sempre bons e maus profissionais, sejam eles revisores ou escritores. Isso não é novidade.<br />
A despeito do fato deles se complementarem &#8211; o que não se nega &#8211; tomar base pela excessão parece loucura: Saramago hoje escreve como quer e virou estilo. Qualquer outro que tentar, não será bem visto. E nada como uma boa revisão para ajudar.<br />
Mas acima de tudo, nada como uma ótima idéia e o dom de ser bem contada por um escritor singular.</p>
<p>Abraço a todos!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Lisa</title>
		<link>http://novasvisoes.com.br/fernandotorres/2009/01/sobre-gramaticos-e-revisores-rubem-alves/comment-page-1/#comment-91</link>
		<dc:creator>Lisa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 19:51:54 +0000</pubDate>
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		<description>Gente, estou adorando esta discussão!!!
  Dei ótimas risadas.É muito enriquecedora e democrática, excelente. É um estímulo para mim, do curso de Especialização em Gramática, Produção e Revisão de Textos, do Ceell. Seremos revisores,sim, porque amamos, pelo menos creio ser o caso do criador do curso e excelente revisor - Alexandre Pilati. Uma coisa nem sempre  exclui a outra. Por que não sermos também escritores? E aí, sim, vamos precisar de um colega para fazer nossa revisão, é o ciclo... 

PS: Desculpem, mas ainda não automatazei o Acordo. Acho que ainda não acordei...rsrs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gente, estou adorando esta discussão!!!<br />
  Dei ótimas risadas.É muito enriquecedora e democrática, excelente. É um estímulo para mim, do curso de Especialização em Gramática, Produção e Revisão de Textos, do Ceell. Seremos revisores,sim, porque amamos, pelo menos creio ser o caso do criador do curso e excelente revisor &#8211; Alexandre Pilati. Uma coisa nem sempre  exclui a outra. Por que não sermos também escritores? E aí, sim, vamos precisar de um colega para fazer nossa revisão, é o ciclo&#8230; </p>
<p>PS: Desculpem, mas ainda não automatazei o Acordo. Acho que ainda não acordei&#8230;rsrs</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Rodrigo</title>
		<link>http://novasvisoes.com.br/fernandotorres/2009/01/sobre-gramaticos-e-revisores-rubem-alves/comment-page-1/#comment-88</link>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 15:46:51 +0000</pubDate>
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		<description>O que dizer sobre isso...
Bom, antes de tudo. O que esperar de um pseudointelectual?

Alguém que escreve centenas de livros dizendo, de maneiras diferentes, as mesmas coisas. E que, além disso, acredita, por pura inspiração da divindade, poder escrever sobre tudo.
Faça-me o favor!! Comparar-se a um Nobel de Literatura (perdão para os que não gostam de Saramago) escrevendo psicologismos e filosofismos baratos é uma afronta!
Pena que as pessoas consomem essa literatura fraca, acreditando investir numa conhecimento profundo. É comercial...
Podemos querer ser escritores, sim. Afinal de contas, temos capacidade técnica para isso. Mas nada tira o prazer de poder salvar o texto de muitos (pseudo) autores que têm simplesmente um nome, mas não possuem capacidade mínima de terminar uma oração, ou de construir uma coesão em seu texto.
Experimentemos deixar um livro desse &quot;célebre&quot; autor ser publicado sem revisão para ver os resultados. Sem conteúdo e sem qualidade textual, o que ele poderia oferecer?

Nada pessoalmente contra...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que dizer sobre isso&#8230;<br />
Bom, antes de tudo. O que esperar de um pseudointelectual?</p>
<p>Alguém que escreve centenas de livros dizendo, de maneiras diferentes, as mesmas coisas. E que, além disso, acredita, por pura inspiração da divindade, poder escrever sobre tudo.<br />
Faça-me o favor!! Comparar-se a um Nobel de Literatura (perdão para os que não gostam de Saramago) escrevendo psicologismos e filosofismos baratos é uma afronta!<br />
Pena que as pessoas consomem essa literatura fraca, acreditando investir numa conhecimento profundo. É comercial&#8230;<br />
Podemos querer ser escritores, sim. Afinal de contas, temos capacidade técnica para isso. Mas nada tira o prazer de poder salvar o texto de muitos (pseudo) autores que têm simplesmente um nome, mas não possuem capacidade mínima de terminar uma oração, ou de construir uma coesão em seu texto.<br />
Experimentemos deixar um livro desse &#8220;célebre&#8221; autor ser publicado sem revisão para ver os resultados. Sem conteúdo e sem qualidade textual, o que ele poderia oferecer?</p>
<p>Nada pessoalmente contra&#8230;</p>
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